segunda-feira, 14 de julho de 2008

My story

"You see the smile that´s on my mouth

It´s hiding the words that don´t came out

All of the friends who think that I´m blessed

They don´t know I´m in this mess..."

If you only know how I fear your skin

If you only know how I fear my future

If you only know how I fear your skin in my future...again!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O beijo

Um beijo...
O passado invade;
Constroí vontades em incertezas
E certezas tidas por vontades.

"Foi só pelo beijo"
Murmuraste com outro igual
E a tua escuridão iluminou-me
E a minha luz reflectiu-te...

O presente: negar até não mais ser possível!



"Never stay away" you said:)

domingo, 8 de junho de 2008

It Had to be You?!?



"I wandered around, and finally found, the somebody who

Could make me be true, could make me be blue

And even be glad, just to be sad thinking of you"

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Hoje foi assim...

We'll do it all
Everything
On our own

We don't need
Anything
Or anyone
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

I don't quite know
How to say
How I feel

Those three words
Are said too much
they're not enough

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life

Let's waste time
Chasing cars
Around our heads

I need your grace
To remind me
To find my own

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life

All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes, they're all I can see

I don't know where
Confused about how as well
Just know that these things will never change for us at all

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Sempre por ela...


"Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Madrid, Paris, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela


Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela."


É sempre por ela...sempre por ti! Parabéns meu Amor, Irmã de Abril!

Dedico-te a música do Fausto...fomos muito felizes ao som dela e vamos continuar a ser:) Amo-te**

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Noss'alma

Senti tua saudade na minha saudade
Senti tua ânsia na minha ânsia
Senti tua revolta na minha revolta
Senti tua tristeza na minha tristeza

Porque somos fruto da mesma teimosia,
Prosseguimos fruto da mesma desilusão
E não nos procuramos nem num beijo,
pois parece mais fácil dizer um simples não!

E no segredo de mim em mim guardado
acenei-te senhora de mim,
num adeus brutalmente encenado
de quem tem medo da palavra "fim"!

Pudesses tu fazer-me acreditar
que és diferente do tudo que conheci,
mas o medo que em ti pulsa é bem maior,
do que aquele que alguma vez vi ou senti...

Espero por ti não esperando,
Revisito-te vivendo:
Uns vêem do passado
Outros do presente,
mas em minh'alma cuido de ti
mesmo parecendo ausente...

Não me leves a mal por gostar mais de mim do que ti!

segunda-feira, 24 de março de 2008

Lindo!!

"Já gastamos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tinhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoja são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus."

A todos os "adeus" que disse, a todos os que vou dizer, a todos os que irão acontecer...porque muitas vezes o simples adeus não chegou a ser Adeus...
Porque Eugénio de Andrade se excedeu aqui;)